Copa do Nordeste: Oásis na estrutura do futebol brasileiro

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Ontem terminou mais uma edição da Copa do Nordeste, a décima-quarta. Com o Tricolor da boa terra levantando a láurea máxima, a terceira na história. Igualando o vice-campeão, Sport e ainda atrás do arquirrival Vitória, com 4 conquistas. Porém o que menos importa nesse post são quantos títulos cada clube possui, mas o quanto essa competição contribui para o engrandecimento e desenvolvimento do futebol nordestino.

Ano após ano vemos que essa competição se agiganta e ganha adeptos em todo o país, seja como espectadores, patrocinadores e com grandes profissionais, que declinam convites de clubes do sul e sudeste, para fazer parte de um projeto consistente e de uma competição vultuosa. Outrora olhada de lado, a Copa do Nordeste ou Lampions League é de longe, a competição mais bem sucedida neste pindorama. É rentável, sucesso de público e crítica, e o mais importante sucesso técnico!

Um campeonato que ainda tem um baita atrativo, jogos “mata-mata”, de fato tem todos os ingredientes que o torcedor brasileiro adora. Ontem na Fonte Nova vimos o congraçamento, não só das equipes, mas também culturalmente, pois nessas disputas regionais a questão cultural fica muito evidente. Baianos e pernambucanos cada um a sua maneira acompanhando o embate.

Eu sou fã desta competição, quiçá pudéssemos ter outras com todos esses ingredientes. Agora resta confirmar no brasileirão a força do futebol nordestino e bater de frente com os outros centros, assim como a turma do centro-oeste tem aproveitado a Copa Verde para trazer um ganho técnico para o seu futebol, vide divisões inferiores do certame nacional.

E importante entendermos que se todos os centros estiverem fortes, o futebol brasileiro estará forte.

Tá dito!
Foto: Divulgação/E.C.Bahia

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